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Clair Obscur: Expedition 33 VALE A PENA? Review Completa 2026 + Teste de Performance

Foto do escritor: Paulo Henrique
Paulo Henrique
13 de ago.
6 min de leitura

Atualizado: 15 de set.

Quatro aventureiros em ruínas fantásticas diante de uma torre escura e brilhante, sob céu tempestuoso e sombrio.
Créditos: Steam/reprodução





Por Paulo Henrique

Publicado em 13 de agosto de 2026






Se você está procurando uma Clair Obscur Expedition 33 review para descobrir se o jogo realmente vale a pena, chegou ao lugar certo. Testei o jogo no PC para analisar sua história, combate, exploração, gráficos e desempenho na RX 9060 XT 16GB.






O jogo chama atenção logo nos primeiros minutos pela direção artística, pela atmosfera e por um sistema de combate que mistura turnos com elementos de ação.


Mas o que realmente me interessou foi descobrir se essas ideias conseguem fazer Expedition 33 se destacar em meio a tantos outros RPGs.


Depois de começar minha jornada, uma coisa ficou clara: o jogo não quer ser apenas mais um RPG. Ele tenta encontrar seu próprio caminho.


E agora chegou a hora de descobrir se essa proposta consegue entregar uma experiência que realmente prende o jogador — e como ela se comporta rodando na RX 9060 XT 16GB.




História e Imersão


Quatro aventureiros em vale fantástico com flores, árvores e céu azul mágico; clima de descoberta e tensão.
Créditos: Steam/reprodução



Em Clair Obscur: Expedition 33, você acompanha uma expedição conhecida como Expedição 33, formada por pessoas determinadas a descobrir uma maneira de acabar com um ciclo de mortes que assombra aquele mundo.


Todos os anos, uma misteriosa entidade conhecida como Pintora escreve uma nova idade no céu. Quando isso acontece, todas as pessoas que atingiram aquela idade simplesmente desaparecem, transformando-se em pó.


É justamente a partir desse acontecimento que começa a jornada da Expedição 33. O objetivo é encontrar uma maneira de chegar até a Pintora e acabar de uma vez por todas com esse ciclo de mortes, em uma missão que parece praticamente impossível.


O mundo do jogo possui uma atmosfera misteriosa e melancólica, e grande parte da experiência gira em torno de descobrir o que realmente está acontecendo e qual é a verdade por trás desse ciclo.

A história é, sem dúvida, um dos pontos que mais despertam curiosidade. Desde os primeiros momentos, o jogo apresenta perguntas que fazem você querer continuar avançando para descobrir as respostas.


Os personagens também possuem um papel muito importante na narrativa. A relação entre eles ajuda a tornar a jornada mais envolvente, e as reviravoltas ao longo da história conseguem surpreender em vários momentos.


Um dos pontos que mais gostei até agora é justamente essa sensação constante de mistério e descoberta. Você sempre sente que existe alguma coisa maior acontecendo por trás dos acontecimentos, e isso acaba sendo um dos principais motivos para continuar jogando.




Gameplay — RPG por turnos, mas diferente


Combate de RPG em caverna: herói enfrenta monstro gigante espinhoso; HUD mostra Gradient, Parry, Dodge e Jump.
Créditos: Steam/reprodução


Aqui está uma das partes mais interessantes de Clair Obscur: Expedition 33.


Vou ser sincero: eu nunca pensei que fosse gostar tanto de um RPG por turnos. Sempre achei esse tipo de combate um pouco parado e, em alguns jogos, até cansativo.


Mas Expedition 33 muda completamente essa percepção.


O jogo utiliza combate por turnos, mas está longe de ser apenas:


escolher ataque → esperar → escolher ataque novamente.

Aqui, você precisa participar ativamente dos combates.


Durante as batalhas, esquivar e bloquear são elementos fundamentais da gameplay. É preciso observar os movimentos dos inimigos, identificar seus padrões e testar seus próprios reflexos para conseguir reagir no momento certo.


E isso deixa tudo muito mais dinâmico e rápido.


Você pode estar em um combate por turnos, mas a sensação é completamente diferente de ficar apenas esperando a sua vez de atacar. Em determinados momentos, um simples erro na hora de esquivar ou bloquear pode mudar completamente o rumo da batalha.


Além da defesa, os golpes e habilidades dos personagens também possuem bastante importância. Você precisa entender o momento certo de atacar e combinar suas ações para conseguir tirar o máximo proveito de cada personagem.




Exploração e Mundo



Quatro aventureiros em trajes escuros exploram um bosque subaquático azul, com algas altas e atmosfera misteriosa.
Créditos: Steam/reprodução



A exploração também é uma das partes que mais me surpreendeu em Clair Obscur: Expedition 33.

O jogo apresenta diversos biomas, e cada região consegue transmitir uma sensação completamente diferente. A direção artística é simplesmente linda, com cenários que parecem ter saído de uma pintura.


Uma coisa que gostei bastante é como o jogo muda sua estrutura durante a exploração. Em alguns momentos, você passa por áreas semiabertas, enquanto em outros o mapa se torna muito mais aberto, permitindo explorar diferentes caminhos e descobrir novos lugares.


E não é apenas um mundo bonito. Existe bastante coisa para encontrar pelo caminho.


Vale ficar atento aos caminhos alternativos, áreas escondidas e elementos espalhados pelo mapa, principalmente porque a exploração pode render recursos que ajudam a melhorar as habilidades dos personagens.


Outro detalhe que gostei são as montarias, que tornam a exploração mais dinâmica e ajudam a percorrer determinadas áreas do mundo com mais facilidade.


Tudo isso faz com que explorar seja muito mais do que simplesmente caminhar de um combate para outro.







Gráficos e Performance



Cidade devastada sob céu tempestuoso, com destroços e fragmentos flutuando; duas estátuas em primeiro plano.
Créditos: Steam/reprodução



Visualmente, Clair Obscur: Expedition 33 é um dos jogos mais bonitos que testei recentemente. A direção artística é incrível, com cenários e personagens cheios de detalhes e uma identidade própria.


Mas a pergunta era: como ele roda na RX 9060 XT 16GB?


Meu PC de teste


GPU: RX 9060 XT 16GB

CPU: Ryzen 5 5500X3D

RAM: 16GB DDR4 3200MHz

SSD: NVMe

Resolução: 2560×1440

Drivers: Atualizados


Clair Obscur Expedition 33 Review — Teste em 1440p


Depois de testar várias configurações, a que mais gostei foi:


  • Qualidade: Alto

  • FSR 3: Native AA

  • Frame Generation: Ativado

  • Motion Blur: Desativado

  • Granulação: Desativada

  • Aberração cromática: Desativada

  • Vinheta: Desativada


Normalmente uso FSR Qualidade, mas aqui achei o Native AA mais bonito, mantendo o jogo muito fluido.


Nos meus testes, o jogo ficou entre 80 e 91 FPS em 1440p.


O resultado ficou lindo e muito fluido. A RX 9060 XT 16GB mostrou um ótimo desempenho.


O único ponto que não gostei foram as cenas limitadas a 30 FPS, que acabam quebrando um pouco a fluidez depois de jogar acima de 80 FPS.


Fora isso, a performance foi muito boa na RX 9060 XT 16GB.


Minha configuração recomendada


1440p + Alto + FSR 3 Native AA + Frame Generation ativado.


Para mim, é o melhor equilíbrio entre qualidade de imagem e fluidez.


Som e Trilha Sonora


Outro ponto que merece destaque é a trilha sonora, que combina perfeitamente com a atmosfera e a direção artística do jogo.


As músicas são marcantes e cheias de personalidade, ajudando a deixar cada momento ainda mais especial.


Durante as batalhas, a trilha aumenta a tensão e dá mais impacto aos confrontos. Já durante a exploração, as músicas reforçam aquela sensação de mistério e descoberta que acompanha o jogador.


Para mim, é uma das trilhas sonoras que mais combinam com a identidade de um jogo.




Pontos negativos


Homem ferido em close-up, rosto sujo e ensanguentado, iluminado em vermelho contra fundo escuro, expressão tensa e assustada.
Créditos: Steam/reprodução



Apesar de todos os elogios, Clair Obscur: Expedition 33 não é perfeito.


Durante minha experiência, os principais pontos que me incomodaram foram:


  • Cenas limitadas a 30 FPS, o que quebra um pouco a fluidez depois de jogar acima dos 80 FPS.


  • Os gráficos são bonitos, mas tecnicamente não impressionam tanto quanto a direção artística. É a arte e o estilo visual que realmente fazem o jogo se destacar.


São problemas que não chegam a prejudicar a experiência, mas são detalhes que poderiam ser melhores.




Pontos positivos


  • Direção artística impressionante;

  • Mundo com identidade própria;

  • Sistema de combate diferente;

  • Combates mais ativos;

  • História cheia de mistérios;

  • Trilha sonora marcante;

  • Excelente ambientação;

  • Bom aproveitamento do hardware em 1440p




Veredito Final



Jovem guerreira ruiva de armadura, com o rosto sujo e olhar atento, em fundo preto.
Créditos: Steam/reprodução



Clair Obscur: Expedition 33 é um daqueles jogos que conseguem chamar atenção justamente por tentar fazer algo diferente. E não é à toa que o jogo foi eleito Jogo do Ano no The Game Awards 2025, onde conquistou nove prêmios.


A mistura de RPG por turnos, elementos de ação, exploração e uma direção artística marcante cria uma experiência que realmente tem identidade própria.


O combate é um dos maiores destaques, principalmente para quem nunca foi muito fã de RPGs por turnos. Aqui, as batalhas são dinâmicas, rápidas e exigem reflexos, tornando a experiência muito mais divertida.


E não podemos esquecer da história, dos personagens e da trilha sonora, que juntos criam uma experiência extremamente envolvente.


Depois de jogar e testar no meu PC, posso dizer: quem ainda não jogou não sabe o que está perdendo. Expedition 33 é uma verdadeira obra de arte.



Vale a pena?


Com certeza. E melhor ainda se você encontrar o jogo por um bom preço.

Se você gosta de histórias misteriosas, personagens marcantes, músicas incríveis e combates que realmente exigem atenção, Clair Obscur: Expedition 33 merece estar na sua lista.

É um RPG diferente, ousado e que conseguiu me fazer gostar de um gênero que eu achava que não era para mim.






Quer ver outro teste de desempenho na RX 9060 XT? Confira também nossa review completa:










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